Honorário sustenta — não enriquece
Cobrar mensalidade de 20 empresas paga a operação, o time e as contas. Mas o limite da conta de honorário é o teto do preço de serviço: você empacota no preço da hora e da entrega, não do resultado que gera.
Tese comercial • Rafael Ramos, CMO
Um CMO não nasceu para cuidar de 50 empresas ao mesmo tempo e encher a agenda de mensalidade. Não consegue cuidar de mais de 20 simultaneamente por mês e manter estratégia de verdade. Mas pode, sim, ficar milionário com porcentagem de vendas, comissão e meta de resultado batida para cada cliente — quando o cliente ganha, a casa ganha junto.
Honorário paga a operação. Porcentagem, comissão e meta constrói o patrimônio. A diferença entre um prestador de serviço e um sócio de crescimento é só o modelo de cobrança — e a coragem de amarrar o próprio ganho ao resultado do cliente.
O modelo de verdade
Cobrar mensalidade de 20 empresas paga a operação, o time e as contas. Mas o limite da conta de honorário é o teto do preço de serviço: você empacota no preço da hora e da entrega, não do resultado que gera.
Um CMO de verdade não consegue cuidar de mais de 20 empresas simultaneamente por mês e manter o nível. Passou disso, vira triagem, não estratégia. Quem aceita 50 clientes não tem CMO — tem fila.
O caminho de verdade é porcentagem de venda, comissão e meta batida por cliente. Quando o cliente vende mais porque o marketing funcionou, a agência ganha junto. O honorário é o piso; o resultado é o teto.
Viver só de mensalidade fixa
Mensalidade + porcentagem de venda
Aceitar 50 clientes de uma vez
No máximo 20 empresas, com profundidade
Cobrar por hora ou por arte entregue
Cobrar por resultado e meta batida
Receber o mesmo não importa a venda
Ganhar junto quando o cliente vende mais
Agência que entrega relatório
Hub que assume o número da diretoria
Honorário como teto do faturamento
Comissão de performance como alavanca

A régua da casa
A todoseu marketing não aceita pilha de cliente para faturar mensalidade. Limita a carteira para entregar estratégia de CMO de verdade — pesquisa, planejamento e os 8 P's — e amarra o próprio ganho ao número que importa: venda. Quem entra aqui não contrata um prestador de arte; contrata um parceiro que só ganha bem quando o cliente também vende mais.